Eles acreditam que chamar um menino de “ela” vai contra a liberdade de crença e consciência.
Em três estados norte-americanos há processos de alunos trans contra suas escolas, eles alegam que alguns professores não aceitaram chamá-los pelo nome social e usar pronomes que reconheçam suas “novas identidades”.
Um dos casos apresentados pela revista Time é do adolescente Aidyn Sucec, que até 2017 era reconhecido como Laura Sucec. A escola em que ele estudava, Brownsburg High School na cidade de Brownsburg, Indiana (EUA), aceitou bem sua transição, mas um dos professores não.
Identificado como John Kluge, 29 anos, o professor de orquestra se negou a reconhecer o aluno como homem e foi forçado a renunciar o emprego. O processo foi movido por ele contra a escola.
A revista diz que há processos semelhantes a este de Indiana nos estados da Virgínia e Ohio, professores alegam que foram disciplinados por se recusarem a usar os nomes ou pronomes preferidos de estudantes trans.
Todos os professores dizem que foram forçados a escolher entre manter seus empregos ou agir de uma maneira que conflitasse com suas visões religiosas.
As ações federais aumentam as polêmicas em torno dos direitos da comunidade LGBTQ+ e os direitos de liberdade de consciência e liberdade religiosa nos EUA.
A Alliance Defending Freedom (ADF), um grupo jurídico cristão conhecido por levar casos de liberdade religiosa a promover causas conservadoras, está fornecendo apoio legal aos professores nas três ações judiciais.
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| John Kluge em entrevista a ABC. (Foto: Reprodução) |
Um dos casos apresentados pela revista Time é do adolescente Aidyn Sucec, que até 2017 era reconhecido como Laura Sucec. A escola em que ele estudava, Brownsburg High School na cidade de Brownsburg, Indiana (EUA), aceitou bem sua transição, mas um dos professores não.
Identificado como John Kluge, 29 anos, o professor de orquestra se negou a reconhecer o aluno como homem e foi forçado a renunciar o emprego. O processo foi movido por ele contra a escola.
A revista diz que há processos semelhantes a este de Indiana nos estados da Virgínia e Ohio, professores alegam que foram disciplinados por se recusarem a usar os nomes ou pronomes preferidos de estudantes trans.
Todos os professores dizem que foram forçados a escolher entre manter seus empregos ou agir de uma maneira que conflitasse com suas visões religiosas.
As ações federais aumentam as polêmicas em torno dos direitos da comunidade LGBTQ+ e os direitos de liberdade de consciência e liberdade religiosa nos EUA.
A Alliance Defending Freedom (ADF), um grupo jurídico cristão conhecido por levar casos de liberdade religiosa a promover causas conservadoras, está fornecendo apoio legal aos professores nas três ações judiciais.
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