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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

“Morra de fome ou se converta ao islã”: cristãos sofrem pressão na pandemia

 Cristãos sofrem intolerância religiosa durante crise da covid-19.

Cristãos no Nepal recebem ajuda (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

Em meio à crise global da covid-19, os cristãos perseguidos de todo o mundo só têm uma decisão a tomar: “morrer de fome ou se converter ao islã”. No Sudeste Asiático, África Ocidental e na Região do Golfo, a maioria dos cristãos vivem na precariamente.

Cristãos no ministério em tempo integral, que vivem nessas regiões, contam apenas com as doações da igreja para sobreviver. O diretor da equipe da Portas Abertas na Ásia, disse que receberam diversas ligações de pedidos de ajuda quando a pandemia começou a atingir os países.

“Rapidamente percebemos que, em muitos lugares, os cristãos estavam em uma posição muito vulnerável. Sem renda durante o dia, muitas vezes significa nenhuma refeição naquele dia. A fome de tornou uma ameaça real”, disse ele.

Se não bastasse o impacto econômico que já atinge os países, os cristãos ainda têm que enfrentar a perseguição por parte do Estado e líderes locais em áreas tribais., e alguns locais com grupos extremistas islâmicos, que atacam, matam e sequestram os cristãos.

Um parceiro do Portas Abertas disse que o impacto econômico está abrindo mais portas para a perseguição, que é o caso de Bangladesh, os muçulmanos extremistas dizem a eles que só lhes darão comida se eles negarem a Cristo e voltarem para o islã.

Em um país do Sudeste Asiático os cristãos estão sendo explorados por muçulmanos devido à crise pandêmica, eles têm que optar entre sua , ou morrer de fome, caso não voltem para o islã.

A situação se repete em vários países como Bangladesh, Índia, Vietnã, Filipinas, Nigéria, sudeste da Ásia e regiões do Golfo. Os crentes são marginalizados e negligenciados com ajuda do governo por causa de sua escolha religiosa.

David Curry, CEO da Portas Abertas, explicou que a pandemia se tornou um “catalisador para a discriminação baseada na fé internacionalmente”, e também lembrou que na maioria desses países os cristãos são tratados como cidadãos de segunda classe, traidores e infiéis.

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