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Cristãos pedem Bíblias em áudio para evangelizar perseguidores: “Eles precisam de Jesus”

Apesar das dificuldades que enfrentam na República Centro-Africana, os cristãos do país têm os olhos fixos em Jesus.

Em frente à igreja na África, cristãos seguram aparelho da Bíblia em áudio. (Foto: GHI)

O conflito armado na República Centro-Africana deve causar escassez de alimentos para 2,3 milhões de pessoas este ano, informa as Nações Unidas (ONU).

Os combates aumentaram após as eleições de dezembro, forçando milhares a fugir de suas casas. A primeira remessa de doações da Cruz Vermelha não chegou até a semana passada, enquanto centenas de caminhões permanecem presos na fronteira. 

“A Igreja está sofrendo”, disse Greg Kelley, da Missão Mundial, ao site Mission Network News. “Eles estão sobrevivendo com qualquer coisa que consigam plantar ou de animais que possam ter”.

Por seu histórico recente de conflito e sua localização sem acesso ao mar, a República Centro-Africana deve importar muitos de seus alimentos e outros itens essenciais. Sempre que os rebeldes cortam a principal rota de abastecimento de Camarões — como fizeram no início deste ano — os preços disparam. Alguns itens essenciais sofreram um aumento de até 240%.

Apesar das dificuldades, os cristãos do país têm os olhos fixos em Cristo. “Eles estão pedindo nossos tesouros, que são Bíblias em áudio movidas a energia solar no idioma árabe, para que possam ir e alcançar esses grupos rebeldes que são praticamente seus carracos”, diz Kelley.

“Apesar de estarem sofrendo, Deus deu a eles um coração para seus carrascos, sabendo que esses indivíduos — os perpetradores da violência contra eles — precisam de Jesus”, Kelley acrescenta.

Kelley explica ainda que a República Centro-Africana está geograficamente no “marco zero”, ou seja, no local onde “o cristianismo e o islamismo colidem”.

“Precisamos colocar recursos lá para levantar líderes que não ficarão apenas na RCA. Eles estão se mudando para o Chade, Nigéria, Sudão; eles estão se mudando para essas áreas dominadas por muçulmanos que são a porta de entrada para o Norte da África e o Oriente Médio”, observa.

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