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Governo de SP define igreja como atividade essencial durante pandemia

O texto afirma que "a fé exerce papel fundamental como fator de equilíbrio psicoemocional à população".

Cultos são realizados dentro das restrições exigidas pelas autoridades. (Foto: Nelson Almeida / Getty)

O governador de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou hoje que assinou o decreto que classifica as igrejas como atividades essenciais em todo o estado durante a pandemia do coronavírus. O decreto será publicado amanhã no Diário Oficial.

"O decreto reconhece a essencialidade de todas as igrejas no estado de São Paulo e o seu funcionamento com a regularidade, obedecidos os critérios sanitários de proteção aos que dela participam. Esperança, fé e oração, com vacinas, vamos vencer a covid. Viva a vida", disse Doria.

A decisão do governo de São Paulo acontece em um momento em que todo o estado enfrenta alta no número de casos de coronavírus e médicos cobram medida mais enérgicas de Doria.

Na última sexta-feira, a Grande São Paulo, que inclui a capital, regrediu da fase amarela para laranja na reclassificação do Plano São Paulo. Outras cinco regiões também regrediram e terão mais medidas de isolamento para conter a propagação do novo coronavírus. Além da Grande São Paulo, as regiões de Campinas, Sorocaba e Registro foram da fase amarela para a laranja, enquanto Marília e Ribeirão Preto saíram da fase laranja para a vermelha.

O projeto de lei 299/2020 que reconhece a atividade religiosa como essencial foi enviado ao governador pela Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). O texto foi aprovado no dia 16/12, no plenário.

Segundo o projeto, as atividades religiosas realizadas em templos e fora deles devem ser reconhecidas como essenciais e serão mantidas em tempos de crises causadas por moléstias contagiosas, epidemias, pandemias ou catástrofes naturais. O texto ainda afirma que "a fé exerce papel fundamental como fator de equilíbrio psicoemocional à população".

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